Vamos lá, dizes para mim hà quantos dias choras...
Dois infinitos dias de lágrimas, mas por favor guarda segredo. A frágil esfera do sentir não deve ser exposta. Mundo de pedras, mundo de perdas...
Oras, me contes, por que choras?
Erros humanos, passados, presentes. Repetidos erros de seres de barro, de lava e desejo.
Qual fogo queimo e me consumo em medo.
Criastes quantas ilusões pequena alma!
Sim, perdi-me nesta voracidade de consumir desejos. Peço tolo, para cada estrela um novo recomeço. Ai se me ouvirem, ai se me ouvirem. Qual castelo de cartas desfaleço.
Efêmero ser vermelho e quente, gelastes o coração e agora o tem derretendo, eres desgelo.
Dói, dói. Como dói. PAra, para!
Se parares como amarás as flores? Tocaras os lírios do campo com vossos lábios turvos, arroxeados, inundados de medo e desejo?
Óh não! Dá-me a sutileza das nuvens, para amaciá-las as pétalas. Dar-lhes brilho de orvalho. Jamais queimaria sedas fragâncias com o toque gélido do ser. Remir, remar, remir.
Deitardes no rio? Agora espera. A água lava. A água ama e nutre. Dar-te de beber, a grande mãe o faz. E tu? o que dardes a ela?
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
domingo, 7 de setembro de 2014
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Transmimento de pensação, o retorno e a renovação.
E assim se faz uma história em palavras. Dá vida ao nada. Sim, com estes dedos ágeis brinco de Deus e sou o todo poderoso criador... mas não posso dizer que é de fato meu, pois sigo a referência Vida, E assim venho redigir sobre referência, linguagem.
E quando os sentidos são outros?
Perdidos,
distorcidos,
Vazios??
E quando pau é pedra e chão é teto?
Como mudar o referencial de um ser humano, formado e quase completo (Temos que ignorar o vazio existencial), em seis meses?? Bem, pera.
Primeiro: Aprenda sua linguagem. Com que cores fala, quais notas escuta.
Aprenda seu sentido e como sentir como ele.
Aprenda a sê-lo e no sendo encontre aquele pequeno ponto chamado nó.
Sim, foi ele! Aquele que juntou vocês!!
PEgue-o, observe-o com cautela, pois ele é o elo desta corrente que os prendem.
Será por este elo que a tradução passará.
Por que?
Por que traduzir?
Não seja autoritário. NÃo oprima.
E é ai que vêm o segundo passo:
Responda.
Responda a todas as perguntas. A pessoa quer esta informação, porque se não, Não perguntaria!! Responda traduza. Use os tons, signos, simbolos! Seja a Alternativa, a possibilidade de encontro.
Agora temos que ter a conversa sobre o vazio. Este é verdadeiro e preenche um espaço, determinado ou não. Este espaço, e este ser que vive, existe em nós.
Não podemos então ignorar o vazio existencial. Sim! É este que vai nos ajudar. Todos querem preencher o vazio. Ensine como.
A partir daí a pessoa encontra todas as respostas sozinha.
P.S: Mas fazê-lo em 6 meses! Quanta pretensão!
E quando os sentidos são outros?
Perdidos,
distorcidos,
Vazios??
E quando pau é pedra e chão é teto?
Como mudar o referencial de um ser humano, formado e quase completo (Temos que ignorar o vazio existencial), em seis meses?? Bem, pera.
Primeiro: Aprenda sua linguagem. Com que cores fala, quais notas escuta.
Aprenda seu sentido e como sentir como ele.
Aprenda a sê-lo e no sendo encontre aquele pequeno ponto chamado nó.
Sim, foi ele! Aquele que juntou vocês!!
PEgue-o, observe-o com cautela, pois ele é o elo desta corrente que os prendem.
Será por este elo que a tradução passará.
Por que?
Por que traduzir?
Não seja autoritário. NÃo oprima.
E é ai que vêm o segundo passo:
Responda.
Responda a todas as perguntas. A pessoa quer esta informação, porque se não, Não perguntaria!! Responda traduza. Use os tons, signos, simbolos! Seja a Alternativa, a possibilidade de encontro.
Agora temos que ter a conversa sobre o vazio. Este é verdadeiro e preenche um espaço, determinado ou não. Este espaço, e este ser que vive, existe em nós.
Não podemos então ignorar o vazio existencial. Sim! É este que vai nos ajudar. Todos querem preencher o vazio. Ensine como.
A partir daí a pessoa encontra todas as respostas sozinha.
P.S: Mas fazê-lo em 6 meses! Quanta pretensão!
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
domingo, 4 de dezembro de 2011
Eu sou feita de água, sal e sonho.
RECONHECIMENTO . Reconhecer. ... Sou. Deixo rastros de existência, nem que sejam em uma memória virtual,e aqueles que amei; me decepcionaram, deixaram em loucura; deixam também seus vestígios de uma amizade quando pura. Que saudade de minha saldade inocente... de meus comentários tão cheios de milhares de traduções abarrotadas de sentimentos. Que saudade de uma tolice jovial, escaldante e explosiva. Aquela tolice que não espera reprimenda e é feliz do início ao fim. Que saudade de ter certeza de não saber nada e portanto poder fazer TUDO!!!!!! Tudinho.... Sonhar como respirar. Saudade daquele primeiro amor que sonha com o PLENO irreal. Aquele sonho que é mais concreto que a realide, de tanto foco e crença... Daquela ilusão que tinha mais cheiro e cor que a própria existência. Como diz em Nárnia, vivemos na sombra, à sombra do mundo real. Talvez o sonho, que me fazia existir com mais intensidade, fosse eu mais próxima do tal real. Me afasto do eixo, do seixo que me fazia atravessar esse rio. Flutuo para deixar ser. Para poder existir por mais tempo. O rio precisa de bordas para chegar até o mar, se não fica escasso e destrói tudo no caminho. Quero chegar no mar.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Que merda é essa aqui??
Quem foi que escreveu toda essa buddega!? Pois bem... tirando toda essa confusão, vamos ao que interessa. A vida, e eu não me vejo escrevendo sobre ela agora, portanto, boa noite.
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